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Estou endividado, e agora?

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Muitas pessoas diariamente procuram as redes sociais ou os mecanismos de busca na internet com uma dúvida e desespero comum: “Estou endividado, e agora?” Se você está entre essas pessoas, fique tranquilo: há uma solução! Preparamos este texto com algumas dicas especialmente para quem está procurando uma saída para as dívidas.

Queremos mostrar que sair desse abismo financeiro está nas suas mãos e depende de uma organização das suas prioridades financeiras. E a primeira delas é a mais simples: nunca gaste mais do que você ganha, afinal, ter dívidas não necessariamente é um sinal ruim, como no caso da compra de um imóvel ou um carro quando as prestações estão dentro do orçamento.

Depois de ler as dicas a seguir, vai ficar mais fácil colocar em prática a sua nova vida. Vamos lá?

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Dica nº 1: Está endividado? Acabe com as dívidas

Se você está entre os milhares de brasileiros que possuem algum tipo de dívida, a primeira dica é importantíssima, já que o seu principal objetivo é acabar com elas.

Por isso, é fundamental que você priorize sempre pagar aquelas dívidas que possuem os juros maiores, como o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito. Nestes casos, se você deixar de pagar os valores devidos, sua dívida vai crescer de forma rápida e descontrolada por conta dos altos juros cobrados pelas instituições financeiras.

Se conseguir renegociá-las ou quitá-las à vista, melhor ainda, porque você vai conseguir um bom desconto nos juros devidos. Conversar com o banco é fundamental, já que o cartão de crédito é apontado como principal vilão para 76% das famílias, segundo pesquisa recente da CNC (Confederação Nacional do Comércio).

Dica nº 2: Se está endividado, renegocie as dívidas

Se não conseguir quitar as dívidas à vista, vá atrás dos credores para renegociar os valores devidos, chegando a parcelas que caibam no seu orçamento. Mas aqui, fica o alerta: não comprometa seu dinheiro com parcelas que não vai conseguir pagar, combinado?

Avalie a possibilidade de pegar um empréstimo com juros menores, como os consignados e o crédito pessoal. Assim, você quita as suas dívidas maiores e mais caras e paga menos juros.

Dica nº 3: Concentre os vencimentos no início do mês

Outra dica importante é concentrar os vencimentos das parcelas sempre no início do mês. Desta forma, você já paga as dívidas logo que o salário cai, garantindo o pagamento e evitando assim gastar o valor com outros itens menos importantes.

Dica nº 4: Poupe o máximo que conseguir

Assim que você conseguir equilibrar as contas, o próximo passo é poupar o que for possível. E aqui, vale qualquer valor (qualquer um mesmo!).

O ideal é que você guarde de 10 a 20% da sua renda, mas, se não conseguir, comece com pouco (R$ 5 ou R$ 10, não importa os valores, o que importa é poupar).

Sabe aquele cafezinho que você toma todo dia ou até mesmo aquele refrigerante durante o almoço? Vamos supor que os dois itens custam R$ 5. Se você deixar de gastar com um deles todos os dias da semana, vai economizar R$ 110,00 (22 dias úteis x R$ 5).

Aqui, o que importa é criar o hábito de poupar, buscando sempre aumentar os valores gradativamente. Com isso, você vai conseguir acumular valores e poderá começar a investir, fazendo seu dinheiro crescer ainda mais.

Se você ainda não sabe muito bem como e onde investir, conte com a Levante para te ajudar no processo. Conheça nossas redes sociais e cadastre-se no nosso site para receber conteúdos gratuitos e exclusivos no seu e-mail.

Dica nº 5: Use o lado positivo do cartão de crédito

Caso você tenha muitos gastos no cartão de crédito, lembre-se de aproveitar o lado positivo desta opção, utilizando os programas de recompensa oferecidos pela sua operadora. Avalie se o cartão que você possui dá a opção de acumular pontos e quais são as melhores opções dentro do seu perfil (lembre-se de avaliar os custos de manutenção, afinal, não vale a pena acumular milhares de pontos se, para isto, você terá de gastar fortunas por mês ou então pagar anuidades caríssimas).

E não se esqueça de usá-lo com precaução: tome cuidado para não ter a falsa impressão de que tem uma renda maior do que possui, gastando mais do que ganha e entrando novamente nas dívidas.

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Gostou das nossas dicas? Curta e compartilhe esse texto nas suas redes sociais e ajude outras pessoas que estão endividadas a acabar com esse problema. Assim, ficará mais fácil que os brasileiros consigam aprender a investir.

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